O poema que escolhi para vos falar um pouco é bastante interessante e fala de algo que é importante e que podemos aplicar em nossas vidas.
O poema demonstra que não importa fazer um poema que possua todo o conhecimento da natureza do mundo, com palavras bonitas e delicadas, mas o que realmente importa é aplicar o poema nas nossas vidas e levar o poema a todos os que precisam de ouvir, refletir e ler a sua mensagem.
Casimiro de Brito criou este poema para realçar este aspeto, pois considerou que não importa fazer um poema magnífico se não partilharmos a sua mensagem com quem precisa verdadeiramente de escutá-lo.
A meu ver, o tema que Casimiro de Brito apresenta no seu poema pode ser aplicado em diversas situações do quotidiano. Não podemos testemunhar ou declarar algo em quem acreditamos sem agir, devemos partilhar com todas as pessoas que nos rodeiam os poemas, as ideias, os sentimentos que vivemos e sentimos porque, com certeza, essas pessoas podem estar a precisar de ouvir ou ler algo maravilhoso que possamos escrever ou expressar e, para além disso, podemos contribuir para ajudarmos o nosso próximo.
Bem-vindo/a ao Zé da literatura - bem-vindo/a ao Zé da literatura. Criei este blog com o objetivo de apurar os meus conhecimentos em literatura portuguesa, e também para sumariar diversos trabalhos efetuados.
quarta-feira, 16 de dezembro de 2015
terça-feira, 17 de novembro de 2015
Apresentação sobre Literatura portuguesa e a vida de Bocage - Joana Fontes/Alexandre Caleira
No dia 12 de Novembro, a nossa turma, 11ºi teve oportunidade de realizar uma apresentação alusiva á vida de Bocage e á disciplina de Literatura Portuguesa.
Todos os alunos da nossa turma falaram acerca de um determinado tema, pois fizemos a nossa apresentação para duas turmas de 9º ano.
A primeira turma mostrou-se mais agitada e menos respeitadora, o que dificultou a realização de forma fluída da apresentação, nomeadamente, devido ao nervosismo que era sentido por nós pois, em geral, toda a nossa turma achou os ouvintes desagradáveis.
No entanto, a segunda turma era o oposto da primeira, pois os alunos eram participativos e mantiveram-se em silêncio nos momentos indicados facilitando, assim, a apresentação da nossa turma.
Em conclusão, na nossa opinião, ambas as apresentações correram, em geral, bastante bem. Foi uma experiência muito agradável e, para além de tudo isso, pudemos aperfeiçoar os nossos conhecimentos e técnicas de retórica frente a um público.
Todos os alunos da nossa turma falaram acerca de um determinado tema, pois fizemos a nossa apresentação para duas turmas de 9º ano.
A primeira turma mostrou-se mais agitada e menos respeitadora, o que dificultou a realização de forma fluída da apresentação, nomeadamente, devido ao nervosismo que era sentido por nós pois, em geral, toda a nossa turma achou os ouvintes desagradáveis.
No entanto, a segunda turma era o oposto da primeira, pois os alunos eram participativos e mantiveram-se em silêncio nos momentos indicados facilitando, assim, a apresentação da nossa turma.
Em conclusão, na nossa opinião, ambas as apresentações correram, em geral, bastante bem. Foi uma experiência muito agradável e, para além de tudo isso, pudemos aperfeiçoar os nossos conhecimentos e técnicas de retórica frente a um público.
Bernardim Ribeiro - Auto de Gil Vicente
Eu sei que sou louco, mas sinceramente não me importo, prefiro louco ser e lutar por quem amo do que apenas sofrer, sem agir. Culpa não tenho, por o meu coração pertencer a Dona Beatriz, fiz tudo por ela, até entrei no Auto de Gil Vicente para lhe mostrar o quando a amo, provar que uma hierarquia não separa uma felicidade, mas sofro por apenas ter tido a oportunidade de despedir-me da minha amada Dona Beatriz. Não mais me esqueço de ter fugido por aquela janela, e ter sentido as aguas frias, não frias de temperatura, mas frias de coita e de saudade.
Um poema de Bernardim Ribeiro
Ontem Pôs-se o Sol
Ontem pôs-se o sol, e a noute
cobriu de sombra esta terra.
Agora é já outro dia,
tudo torna, torna o sol;
só foi a minha vontade,
para não tornar c’o tempo!
Tôdalas cousas, per tempo,
passam, como dia e noute;
ua só, minha vontade,
não, que a dor comigo a aterra;
nela cuido em quanto há sol,
nela enquanto não há dia.
Mal quero per um só dia
a todo outro dia e tempo,
que a mim pôs-se-me o sol
onde eu só temia a noute;
tenho a mim sôbre a terra,
debaxo minha vontade.
Dentro na minha vontade
não há momento do dia
que não seja tudo terra;
ora ponho a culpa ao tempo,
ora a torno a pôr à noute:
no milhor pon-se-me o sol!
Primeiro não haverá sol
que eu descanse na vontade.
Pon-se-me ua escura noute
sôbre a lembrança de um dia...
Inda mal porque houve tempo
e porque tudo foi terra.
Haver de ser tudo terra
quanto há debaixo do sol
me descansa, porque o tempo
me vingará da vontade;
se não que antes dêste dia
há-de passar tanta noute!
Bernardim Ribeiro, in 'Antologia Poética'
cobriu de sombra esta terra.
Agora é já outro dia,
tudo torna, torna o sol;
só foi a minha vontade,
para não tornar c’o tempo!
Tôdalas cousas, per tempo,
passam, como dia e noute;
ua só, minha vontade,
não, que a dor comigo a aterra;
nela cuido em quanto há sol,
nela enquanto não há dia.
Mal quero per um só dia
a todo outro dia e tempo,
que a mim pôs-se-me o sol
onde eu só temia a noute;
tenho a mim sôbre a terra,
debaxo minha vontade.
Dentro na minha vontade
não há momento do dia
que não seja tudo terra;
ora ponho a culpa ao tempo,
ora a torno a pôr à noute:
no milhor pon-se-me o sol!
Primeiro não haverá sol
que eu descanse na vontade.
Pon-se-me ua escura noute
sôbre a lembrança de um dia...
Inda mal porque houve tempo
e porque tudo foi terra.
Haver de ser tudo terra
quanto há debaixo do sol
me descansa, porque o tempo
me vingará da vontade;
se não que antes dêste dia
há-de passar tanta noute!
Bernardim Ribeiro, in 'Antologia Poética'
terça-feira, 9 de junho de 2015
Uma pequena brincadeira
parece que hoje a carteira do teu pai ficou ilesa
mas não percisei de dinheiro para te fazer esta surpresa
na escola fico parvo quando chega a hora de ires embora
mas se tu és apenas um livro e passo a ler.te a toda a hora
como te vim encontrar no meio de este povo
se tu es uma musica eu meto no replay para só ouvir de novo
sim eu sou fofinho mas eu utilizo este meu dote
para te dizer que pareces mesmo um cachalote
ahahah eu sei eu sou sempre muito fofinho
mas eu já não sei viver neste mundo sem o teu carinho
e do nada eu tenho um sonho onde com 3 rapazes eu luto
para te ouvir queixar que o teu cabelo está muito curto
mas adoro quando olhas para mim e fazes esse olhar
mesmo quando a stora de literatura tenta nos separar
eu sei que toco piano e na rima eu ate tenho talento
mas simplesmente so tu mesmo podes completar o meu sentimento
por tanto eu tento aproximar.me sem dar muita cana
por sabes bem que eu te adoro..
e a noite quando não quero que te vás embora
preparo uma letra do nada tipo como esta agora
portanto eu quero que estejas sempre bem
já te disse uma vez que es o orgulho da tua mãe
eu sei que alegria vem e alegria vai
não te esqueças de ser uma boa menina para o teu pai
o que eu por ti sinto algo que nao é normal
não quero ir para lisboa se sei que estas em setúbal
e acho que vou parar mesmo por aqui
porque se for perciso morrer então eu morro por ti
e quando me ligas.te naquele dia e eu cheio de dores
vi que eras bué especial no dia em que te dei flores
eu acho que por acaso nunca te disse
mas quero te fazer companhia ate mesmo á velhice
mas se é para dizer digo tudo de uma vez
quero ver os nossos filhos a brincar com os filhos da ines
se eu sou perfeito nada disso eu estou muito alem
mas agora só digo, que te amo e dorme bem
mas não percisei de dinheiro para te fazer esta surpresa
na escola fico parvo quando chega a hora de ires embora
mas se tu és apenas um livro e passo a ler.te a toda a hora
como te vim encontrar no meio de este povo
se tu es uma musica eu meto no replay para só ouvir de novo
sim eu sou fofinho mas eu utilizo este meu dote
para te dizer que pareces mesmo um cachalote
ahahah eu sei eu sou sempre muito fofinho
mas eu já não sei viver neste mundo sem o teu carinho
e do nada eu tenho um sonho onde com 3 rapazes eu luto
para te ouvir queixar que o teu cabelo está muito curto
mas adoro quando olhas para mim e fazes esse olhar
mesmo quando a stora de literatura tenta nos separar
eu sei que toco piano e na rima eu ate tenho talento
mas simplesmente so tu mesmo podes completar o meu sentimento
por tanto eu tento aproximar.me sem dar muita cana
por sabes bem que eu te adoro..
e a noite quando não quero que te vás embora
preparo uma letra do nada tipo como esta agora
portanto eu quero que estejas sempre bem
já te disse uma vez que es o orgulho da tua mãe
eu sei que alegria vem e alegria vai
não te esqueças de ser uma boa menina para o teu pai
o que eu por ti sinto algo que nao é normal
não quero ir para lisboa se sei que estas em setúbal
e acho que vou parar mesmo por aqui
porque se for perciso morrer então eu morro por ti
e quando me ligas.te naquele dia e eu cheio de dores
vi que eras bué especial no dia em que te dei flores
eu acho que por acaso nunca te disse
mas quero te fazer companhia ate mesmo á velhice
mas se é para dizer digo tudo de uma vez
quero ver os nossos filhos a brincar com os filhos da ines
se eu sou perfeito nada disso eu estou muito alem
mas agora só digo, que te amo e dorme bem
Apreciação critica do conto "O vinho"
No dia 1 de Junho tive a oportunidade de apresentar oralmente para a minha turma de humanidade o conto "O vinho" que se situa no livro de "Contos da montanha" de Miguel Torga.
Bom, a história é um pouco a realidade de alguns hoje em dia, trata-se de um homem cujo o nome é Abel, onde diariamente bebe bastante vinho e fica bêbado com bastante regularidade. Um dia o seu amigo encontra-o bastante bêbado e ajuda-o a sair desse vicio, mas no entanto, acende um cigarro com um fósforo, e esse fósforo meio aceso queimou grande parte do monte. Agora sim posso fazer a apreciaçao critica acerca deste conto. Tem uma linguagem pouco cuidada pois Abel diz alguma asneiras, tem um pouco de comédia mas também tem partes trágicas que descrevem a realidade de hoje em dia. A situação onde o amigo de Abel queima o monte, na minha opnião foi uma maneira de demonstrar a Abel o que um dia poderia acontecer-lhe se não parasse com aquele vicio que aos pouco ia destruindo a vida de Abel. Achei o conto bastante interessante pois tem uma lição de moral onde nos alerta de sermos conscientes dos nossos actos. Eu aconcelho qualquer um a ler o conto, e espero encontrar contos desta boa qualidade
Bom, a história é um pouco a realidade de alguns hoje em dia, trata-se de um homem cujo o nome é Abel, onde diariamente bebe bastante vinho e fica bêbado com bastante regularidade. Um dia o seu amigo encontra-o bastante bêbado e ajuda-o a sair desse vicio, mas no entanto, acende um cigarro com um fósforo, e esse fósforo meio aceso queimou grande parte do monte. Agora sim posso fazer a apreciaçao critica acerca deste conto. Tem uma linguagem pouco cuidada pois Abel diz alguma asneiras, tem um pouco de comédia mas também tem partes trágicas que descrevem a realidade de hoje em dia. A situação onde o amigo de Abel queima o monte, na minha opnião foi uma maneira de demonstrar a Abel o que um dia poderia acontecer-lhe se não parasse com aquele vicio que aos pouco ia destruindo a vida de Abel. Achei o conto bastante interessante pois tem uma lição de moral onde nos alerta de sermos conscientes dos nossos actos. Eu aconcelho qualquer um a ler o conto, e espero encontrar contos desta boa qualidade
Eu bocage...
Eu, Bocage
tendo nascido a 15 de setembro de 1765, em setúbal, numa época de profundas
oscilações e convulsões, tive uma infância infeliz e fui criado por meu pai e
minha mãe, juntamente com meus 5 irmãos.
Em 1783 entrei numa academia de Guardas Marinhos, com apenas 14 anos, mas 1 ano depois desertei, pois não me agradou.
Durante a minha juventude viajei bastante, principalmente em 1786, pois fui enviado para Goa e também em 1789 viajei para a terra onde o meu ídolo Luís de Camões esteve, no Surate que situa-se na India.
Um ano depois regressei a Portugal, onde entrei na Academia de Belas-Artes, contudo, em 1797 vi-me cativo.
A minha poesia é marcada pelo erotismo e pela sátira de caráter social, mas também destacam-se duas vertentes líricas: a luminosa e etérea, em que me entrego inebriado á evocação da beleza de minhas amadas, e a noturna e pessimista, em que manifesto a dor incomensurável provocada pela indiferença, ingratidão e tirania de minhas musas. Estas assimetrias mostram o quão complexa é minha personalidade, além do evidente jogo de contrários. Com isto tudo ganhei alcunhas pelos meus poemas com por exemplo “o poeta maldito”.
Publiquei o meu segundo volume de rimas em 1799 e pouco tempo depois fiquei pobre e doente devido a um aneurisma nas carótidas que impossibilitaram o meu poder de trabalhar. Reconciliei com todos aqueles que ofendera. No entanto, antes de morrer simplesmente lamentei “as desordens fatais da louca idade”.
Para concluir, criei um soneto sobre o meu nascimento que gostaria de mostrar-vos:
Apenas vi do dia a luz brilhante
lá de Túbal no empório celebrado,
Em sanguíneo carácter foi marcado
pelos destinos meu primeiro instante.
Em 1783 entrei numa academia de Guardas Marinhos, com apenas 14 anos, mas 1 ano depois desertei, pois não me agradou.
Durante a minha juventude viajei bastante, principalmente em 1786, pois fui enviado para Goa e também em 1789 viajei para a terra onde o meu ídolo Luís de Camões esteve, no Surate que situa-se na India.
Um ano depois regressei a Portugal, onde entrei na Academia de Belas-Artes, contudo, em 1797 vi-me cativo.
A minha poesia é marcada pelo erotismo e pela sátira de caráter social, mas também destacam-se duas vertentes líricas: a luminosa e etérea, em que me entrego inebriado á evocação da beleza de minhas amadas, e a noturna e pessimista, em que manifesto a dor incomensurável provocada pela indiferença, ingratidão e tirania de minhas musas. Estas assimetrias mostram o quão complexa é minha personalidade, além do evidente jogo de contrários. Com isto tudo ganhei alcunhas pelos meus poemas com por exemplo “o poeta maldito”.
Publiquei o meu segundo volume de rimas em 1799 e pouco tempo depois fiquei pobre e doente devido a um aneurisma nas carótidas que impossibilitaram o meu poder de trabalhar. Reconciliei com todos aqueles que ofendera. No entanto, antes de morrer simplesmente lamentei “as desordens fatais da louca idade”.
Para concluir, criei um soneto sobre o meu nascimento que gostaria de mostrar-vos:
Apenas vi do dia a luz brilhante
lá de Túbal no empório celebrado,
Em sanguíneo carácter foi marcado
pelos destinos meu primeiro instante.
terça-feira, 14 de abril de 2015
Apreciação de uma obra de arte
A minha apreciação crítica é baseada na "obra poética" de Sophia de Mello Breyner, onde pude até apresentar oralmente á minha turma.
A obra poética tem grande qualidade devido á sua fácil compreensão e, mesmo assim, conseguindo transmitir uma boa mensagem, relacionando a natureza, com situações do dia-a-dia.
Eu adoro poesia, principalmente clássica. Este livro de Sophia de Mello Breyner tem muitas marcas de pontos naturais do ambiente, como as ondas do mar, comparando-o com a instabilidade dos sentimentos do ser humano, comparando o vento com o passar do tempo, diversas rimas fantásticas com uma óptima mensagem. Existem muitas obras poéticas em que os versos rimam mas não dizem quase nada, o que não aconteceu neste caso, pois pude sentir uma boa harmonia e pude enquadrar-me em cada mensagem que me foi transmitida neste livro.
Um dos poemas de que mais gostei designava-se "O vento", no qual Sophia de Mello Breyner fez uma brilhante relação entre o vento e a nossa vida, já que os nosso problemas são como o vento, muitas vezes não os vemos, mas sentimos, e com o passar do tempo, como o vento, vão-se resolvendo e vão desaparecendo gradualmente.
Para concluir, achei excelente esta obra poética e bastante construtiva, com mensagem que nos faz refletir. Por último, espero ter a oportunidade de poder ler obras de qualidade semelhantes a esta.
A obra poética tem grande qualidade devido á sua fácil compreensão e, mesmo assim, conseguindo transmitir uma boa mensagem, relacionando a natureza, com situações do dia-a-dia.
Eu adoro poesia, principalmente clássica. Este livro de Sophia de Mello Breyner tem muitas marcas de pontos naturais do ambiente, como as ondas do mar, comparando-o com a instabilidade dos sentimentos do ser humano, comparando o vento com o passar do tempo, diversas rimas fantásticas com uma óptima mensagem. Existem muitas obras poéticas em que os versos rimam mas não dizem quase nada, o que não aconteceu neste caso, pois pude sentir uma boa harmonia e pude enquadrar-me em cada mensagem que me foi transmitida neste livro.
Um dos poemas de que mais gostei designava-se "O vento", no qual Sophia de Mello Breyner fez uma brilhante relação entre o vento e a nossa vida, já que os nosso problemas são como o vento, muitas vezes não os vemos, mas sentimos, e com o passar do tempo, como o vento, vão-se resolvendo e vão desaparecendo gradualmente.
Para concluir, achei excelente esta obra poética e bastante construtiva, com mensagem que nos faz refletir. Por último, espero ter a oportunidade de poder ler obras de qualidade semelhantes a esta.
terça-feira, 20 de janeiro de 2015
Quem eu sou?
Bom, a pessoa que eu sou hoje deve-se ao exemplo dos meus pais que, desde sempre, foram e são os meus heróis. O sorriso da minha mãe ensinou-me a ser bondoso para todos os que me rodeiam, ser sempre fiel a quem deseja o meu bem e ajudar quem mais precisa de ser apoiado. O olhar do meu pai, ensinou-me que por mais que a vida seja complicada, temos sempre que ser mais fortes que as armadilhas que o dia-a-dia está pronto a nos proporcionar. Mas claro, como todos tenho defeitos, sou muito persistente quando penso ter razão e por vezes não tenho, e sou super impaciente.
quinta-feira, 8 de janeiro de 2015
Um pequeno pensamento
Cada dia que passa parece que as pessoas endurecem cada vez mais o seu coração. Não era tão bom vivermos sem nos preocuparmos como é horrível o mundo ? Quando digo mundo, não me refiro ao mundo em si, pois o mundo é algo espantoso e incrível, refiro-me antes á crueldade das pessoas de só olharem para o seu umbigo , de não se preocuparem com as falhas e com os erros dos outros, sabendo que se algumas pessoas tivessem uma máquina do tempo, fariam de tudo para remendar os seus erros.
Infelizmente a vida é assim. Por mais histórias encantadas que existam não há como tapar os olhos a esta realidade, agora imaginem este acontecimento: Saem de casa muito bem, prontos para irem para a escola ou para o trabalho, e deparam-se com um sem abrigo que apenas vos pede umas moedas para comer, ai vocês deparam-se com esta situação. Será que teriam a mesma atitude que teria 90% da população, que iria olhar e simplesmente ignorar ? Bom, vamos supor que teria sido isso que tinha acontecido , vocês olharam para o pobre necessitado, até tiveram aquele aperto no coração mas seguiram em frente. Algo que acontece todos os dias e mal damos conta por vezes quando temos uma visão geral é que temos noção da dureza humana.
Mais uma vez imaginem: Passou 10 anos, em vez de terem a mesma rotina, desperdiçaram as vossas oportunidades de vida e decidiram seguir más escolhas, com medo e aflição apenas deparam-se sozinhos e abandonados numa esquina, numa rua ou talvez num jardim. No entanto, dás conta que vai passar alguém por ti de fato e gravata, com muito bom aspeto, sentes esperança que ao menos te ajude nem que seja um pequeno gesto, ergues a cabeça e ... mal podes acreditar no que os teus olhos veem, a tua frente está a pessoa que rejeitas-te á 10 anos atrás, que desprezas-te, porque neste mundo é fácil ver a chuva quando não te molhas, essa mesma pessoa olha para ti e diz: não faz mal, eu te amo á mesma , toma este meu casaco para que não tenhas frio, e confia em deus para que te ajude no dia de amanha. Eu sou o Alexandre Caleira, eu oro pela minha alma e pela tua.
Infelizmente a vida é assim. Por mais histórias encantadas que existam não há como tapar os olhos a esta realidade, agora imaginem este acontecimento: Saem de casa muito bem, prontos para irem para a escola ou para o trabalho, e deparam-se com um sem abrigo que apenas vos pede umas moedas para comer, ai vocês deparam-se com esta situação. Será que teriam a mesma atitude que teria 90% da população, que iria olhar e simplesmente ignorar ? Bom, vamos supor que teria sido isso que tinha acontecido , vocês olharam para o pobre necessitado, até tiveram aquele aperto no coração mas seguiram em frente. Algo que acontece todos os dias e mal damos conta por vezes quando temos uma visão geral é que temos noção da dureza humana.
Mais uma vez imaginem: Passou 10 anos, em vez de terem a mesma rotina, desperdiçaram as vossas oportunidades de vida e decidiram seguir más escolhas, com medo e aflição apenas deparam-se sozinhos e abandonados numa esquina, numa rua ou talvez num jardim. No entanto, dás conta que vai passar alguém por ti de fato e gravata, com muito bom aspeto, sentes esperança que ao menos te ajude nem que seja um pequeno gesto, ergues a cabeça e ... mal podes acreditar no que os teus olhos veem, a tua frente está a pessoa que rejeitas-te á 10 anos atrás, que desprezas-te, porque neste mundo é fácil ver a chuva quando não te molhas, essa mesma pessoa olha para ti e diz: não faz mal, eu te amo á mesma , toma este meu casaco para que não tenhas frio, e confia em deus para que te ajude no dia de amanha. Eu sou o Alexandre Caleira, eu oro pela minha alma e pela tua.
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