Na poética de Cesário Verde, são apresentadas e descritas diversos tipos de personagens femininas tais como, as "mulheres fatais", mulheres generosas, mulheres frágeis, mulheres trabalhadores, entre outros tipos de personagens femininas. A figura feminina é, para Cesário Verde, das personagens mais importantes.
A meu ver, identifico-me perfeitamente com Cesário Verde, pois, tal como ele, admiro bastante a figura feminina. Na poética de Cesário Verde existem vários tipos de mulheres, isso é importante, porque existem mulheres com maneiras de ser e personalidades completamente diferentes, o que torna tudo interessante é maravilhoso analisar as diferentes personalidades que cada figura feminina possui.
Algo que admiro bastante em Cesário Verde, é que ele tem uma opinião bastante positiva em relação ás mulheres frágeis e trabalhadoras.
A maneira como Cesário Verde as descreve é algo fascinante e, na minha opinião, as mulheres mais dedicadas e mais gentis, são as que me despertam mais o interesse.
Para concluir, a maneira como Cesário Verde valoriza e descreve as mulheres, faz com que eu admire e adore a sua escrita neste contexto e, para além disso, cada descrição da figura feminina é sempre bem conseguida.
Bem-vindo/a ao Zé da literatura - bem-vindo/a ao Zé da literatura. Criei este blog com o objetivo de apurar os meus conhecimentos em literatura portuguesa, e também para sumariar diversos trabalhos efetuados.
segunda-feira, 30 de maio de 2016
Diferenças entre livros de linhagem ou cronicões com as crónicas de Fernão Lopes.
Existem diferenças claras entre os livros de linhagens ou cronicões e as crónicas de Fernão Lopes.
Fernão Lopes contava história através de histórias, as suas crónicas são caracterizadas pela simplicidade, lealdade e verdade. Através de testemunhos que presenciaram cada acontecimento referido na sua escrita, representava a verdade das realidades expressas nas sua histórias.
Em relação aos livros de linhagens, sãao documentos e interpretações de quem reinava em determinada altura do passado, mas também, declarava quem eram os ancedentes e os seus antepassados, ou seja, os livros de linhagem tinham também, como função, representar a geneologia.
Nos livros de linhagem, estavam, também registados os casamentos ocorridos ao longo dos anos.
Existe algo em cómum entre os livros de linhagem e as crónicas de Fernão Lopes, pois ambos têm um gigantesco valor documental histórico-cultural, no entanto, Fernão Lopes tinha mais atenção ao contar verdades e realidades, enquanto que os livros de linhagem, por vezes, tinham como função enaltecer nobres.
Fernão Lopes contava história através de histórias, as suas crónicas são caracterizadas pela simplicidade, lealdade e verdade. Através de testemunhos que presenciaram cada acontecimento referido na sua escrita, representava a verdade das realidades expressas nas sua histórias.
Em relação aos livros de linhagens, sãao documentos e interpretações de quem reinava em determinada altura do passado, mas também, declarava quem eram os ancedentes e os seus antepassados, ou seja, os livros de linhagem tinham também, como função, representar a geneologia.
Nos livros de linhagem, estavam, também registados os casamentos ocorridos ao longo dos anos.
Existe algo em cómum entre os livros de linhagem e as crónicas de Fernão Lopes, pois ambos têm um gigantesco valor documental histórico-cultural, no entanto, Fernão Lopes tinha mais atenção ao contar verdades e realidades, enquanto que os livros de linhagem, por vezes, tinham como função enaltecer nobres.
O doido e a morte
Grupo 1 - Ação
Estrutura interna:
- A exposição da peça começa quando o Governador Civil está sentado á secretária, e diz para Nunes que não quer qualquer tipo de visita e declara que não está disposto a atender ninguém, até que aparece o Sr. Milhões. ("homem importante e severo, de grandes suiças cuidadas e e lunetas de aro de oiro.") .
- Todo o conflito na peça de teatro tem origem quando o Sr. Milhões apresenta para o Governador Civil um aparente negócio ou projeto importante, até que o Governador Civil dá um pontapé na caixa e o Sr. Milhões refere que dentro da caixa está um negócio muito grave, foi então que revelou que estava uma bomba dentro da caixa. (" O maior crime de todas as épocas, a suprema tragédia de todos os tempos! Vamos estoirar dentro de vinte minutos." ... " O que o senhor vê aqui nesta caixa é o mais formidável de todos os explosivos SO3-HO4, cem vezes mais poderoso que a dinamite, o algodão-pólvora, e o fulminato de mercúrio. Basta carregar nesta campainha para irmos todos pelos ares, eu , o senhor, o prédio, o bairro, a capital.SO3-HO4." ... " O peróxido de azote".) .
Assim que o Governador se apercebe do que está no interior da caixa entra em pânico, o senhor Governador começa por chamar Nunes para lhe dar auxilio, para lhe salvar, mas Nunes acaba por não aparecer. No entanto, o Governador começa por falar com o Sr. Milhões de maneira que se pudesse safar desta situação ao tentar demonstrar as consequências que o explosivo poderia ter, mas o Sr. Milhões acaba por não mudar de ideias.
- O desenlace da peça ocorre quando se ouve um barulho no exterior. O Sr. Milhões faz retinir a campainha e o Governador Civil cai na cadeira com gestos desordenados, depois entram dois enfermeiro de casaco branco e resguardo e um deles acabo por destapar a caixa e, por fim, descobrem que era apenas algodão em rama.
Evolução da relação entre as personagens:
- Durante toda a peça de teatro, especialmente no conflito, podemos nitidamente reparar que existe uma evolução da relação entre as personagens. O Governador Civil que supostamente tinha Nunes sempre a seu dispor, acabou por não ter o seu auxilio quando necessitara, no mundo em que soube do que estava no interior da caixa. Ao longo do diálogo que o Governador tem com o Sr. Milhões, o Governador telefona para a sua mulher, D. Ana de Baltazar Moscovo, para lhe fazer as suas últimas disposições. Quando D. Ana de Baltazar Moscovo entrara no escritório e soubera do que estava no interior da caixa, quis de imediato sair do prédio, fugir sem se preocupar com Governador Civil. Podemos reparar que após todo este acontecimento o Governador toma consciência que Ana não gostava tanto dele como ele pensava, pois Ana dissera anteriormente ao Governador que quando ele morresse, ela morreria ao seu lado. Ana utiliza uma desculpa que não é segundo a sua religião morrer queimada e sai do prédio. (" Adeus! Morrer queimada, não! (À porta, como quem lhe atira pazadas de terra). Morre em paz! Descansa em paz! Jaz em paz!
O Sr. Milhões tenta levar o Governador á razão, dizendo que a sua mulher o engana. Ao longo da peça, o Governador fica cada vez mais impaciente e á medida que o tempo vai passando deixa de tentar fazer com que o Sr. Milhões mude de ideias, mas começa a ficar furioso e a tentar enganado para puder fugir. ("Maldito sejas tu por toda a eternidade. Tenho medo! tenho medo! Espere! é um pecado morrer com desespero. Dói-me a barriga... Peço licença para ir lá fora fazer o que tenho a fazer.").
E por fim, quando realmente descobre que tudo o que o Sr. Milhões dizia era uma farsa, acaba por insultá-lo.
Presença do cómico de situação:
- A peça de teatro "O Doido e a Morte" tem presente diversas situações cómicas que dão vida a cada acontecimento. No inicio da peça podemos observar logo a mudança cómica de atitude do Governador Civil, que começa por avisar a Nunes que nao queria receber ninguém e, no entanto, assim que o Sr. Milhões entra no escritório do Governador Civil muda logo de ideias e de humor só pelo facto do Sr. Milhões ser um homem rico e de grande importância. (" O Sr. Milhões? que entre... que vida esta! que país este! Exatamente no momento psicológico, no momento e, que retomava. Nunes! Ai do Lusiada coitado... Isto não é um país, é uma selva onde os homens de génio têm de ser ao mesmo tempo governadores civis. O Sr. Milhões. Diz-lhe que entre, diz-lhe depressa que entre. É o próprio ministro que recomenda o homem mais rico de Portugal."). Logo em seguida, quando o Sr. Milhões coloca a caixa no chão, o Governador dá um pontapé e o Sr. Milhões repreende-o de imediato! O Governador nao fazia ideia do que poderia estar dentro da caixa!
Quando o Governador sabe que o explosivo está dentro da caixa, começa por chamar Nunes bastante aflito, o que acaba por ser um momento cómico. (" Temos muito tempo. Ò Nunes!").
Quando Ana Baltazar Moscovo sabe que um explosivo poderoso está no escritório, fica constantemente a perguntar quanto tempo demora até o explosivo arrebentar, sem querer dar muita importância ao facto do marido estar perante aquela situação! Entretanto, a situação mais cómica é sem dúvida no final, quando o Governador descobre que afinal não estava um explosivo na caixa, mas apena algodão em rama. O Governador Civil acaba por insultar o Sr. Milhões insultando-lhe e utilizando uma expressão inapropriada. (" Ai o grande filho da ****").
Estrutura interna:
- A exposição da peça começa quando o Governador Civil está sentado á secretária, e diz para Nunes que não quer qualquer tipo de visita e declara que não está disposto a atender ninguém, até que aparece o Sr. Milhões. ("homem importante e severo, de grandes suiças cuidadas e e lunetas de aro de oiro.") .
- Todo o conflito na peça de teatro tem origem quando o Sr. Milhões apresenta para o Governador Civil um aparente negócio ou projeto importante, até que o Governador Civil dá um pontapé na caixa e o Sr. Milhões refere que dentro da caixa está um negócio muito grave, foi então que revelou que estava uma bomba dentro da caixa. (" O maior crime de todas as épocas, a suprema tragédia de todos os tempos! Vamos estoirar dentro de vinte minutos." ... " O que o senhor vê aqui nesta caixa é o mais formidável de todos os explosivos SO3-HO4, cem vezes mais poderoso que a dinamite, o algodão-pólvora, e o fulminato de mercúrio. Basta carregar nesta campainha para irmos todos pelos ares, eu , o senhor, o prédio, o bairro, a capital.SO3-HO4." ... " O peróxido de azote".) .
Assim que o Governador se apercebe do que está no interior da caixa entra em pânico, o senhor Governador começa por chamar Nunes para lhe dar auxilio, para lhe salvar, mas Nunes acaba por não aparecer. No entanto, o Governador começa por falar com o Sr. Milhões de maneira que se pudesse safar desta situação ao tentar demonstrar as consequências que o explosivo poderia ter, mas o Sr. Milhões acaba por não mudar de ideias.
- O desenlace da peça ocorre quando se ouve um barulho no exterior. O Sr. Milhões faz retinir a campainha e o Governador Civil cai na cadeira com gestos desordenados, depois entram dois enfermeiro de casaco branco e resguardo e um deles acabo por destapar a caixa e, por fim, descobrem que era apenas algodão em rama.
Evolução da relação entre as personagens:
- Durante toda a peça de teatro, especialmente no conflito, podemos nitidamente reparar que existe uma evolução da relação entre as personagens. O Governador Civil que supostamente tinha Nunes sempre a seu dispor, acabou por não ter o seu auxilio quando necessitara, no mundo em que soube do que estava no interior da caixa. Ao longo do diálogo que o Governador tem com o Sr. Milhões, o Governador telefona para a sua mulher, D. Ana de Baltazar Moscovo, para lhe fazer as suas últimas disposições. Quando D. Ana de Baltazar Moscovo entrara no escritório e soubera do que estava no interior da caixa, quis de imediato sair do prédio, fugir sem se preocupar com Governador Civil. Podemos reparar que após todo este acontecimento o Governador toma consciência que Ana não gostava tanto dele como ele pensava, pois Ana dissera anteriormente ao Governador que quando ele morresse, ela morreria ao seu lado. Ana utiliza uma desculpa que não é segundo a sua religião morrer queimada e sai do prédio. (" Adeus! Morrer queimada, não! (À porta, como quem lhe atira pazadas de terra). Morre em paz! Descansa em paz! Jaz em paz!
O Sr. Milhões tenta levar o Governador á razão, dizendo que a sua mulher o engana. Ao longo da peça, o Governador fica cada vez mais impaciente e á medida que o tempo vai passando deixa de tentar fazer com que o Sr. Milhões mude de ideias, mas começa a ficar furioso e a tentar enganado para puder fugir. ("Maldito sejas tu por toda a eternidade. Tenho medo! tenho medo! Espere! é um pecado morrer com desespero. Dói-me a barriga... Peço licença para ir lá fora fazer o que tenho a fazer.").
E por fim, quando realmente descobre que tudo o que o Sr. Milhões dizia era uma farsa, acaba por insultá-lo.
Presença do cómico de situação:
- A peça de teatro "O Doido e a Morte" tem presente diversas situações cómicas que dão vida a cada acontecimento. No inicio da peça podemos observar logo a mudança cómica de atitude do Governador Civil, que começa por avisar a Nunes que nao queria receber ninguém e, no entanto, assim que o Sr. Milhões entra no escritório do Governador Civil muda logo de ideias e de humor só pelo facto do Sr. Milhões ser um homem rico e de grande importância. (" O Sr. Milhões? que entre... que vida esta! que país este! Exatamente no momento psicológico, no momento e, que retomava. Nunes! Ai do Lusiada coitado... Isto não é um país, é uma selva onde os homens de génio têm de ser ao mesmo tempo governadores civis. O Sr. Milhões. Diz-lhe que entre, diz-lhe depressa que entre. É o próprio ministro que recomenda o homem mais rico de Portugal."). Logo em seguida, quando o Sr. Milhões coloca a caixa no chão, o Governador dá um pontapé e o Sr. Milhões repreende-o de imediato! O Governador nao fazia ideia do que poderia estar dentro da caixa!
Quando o Governador sabe que o explosivo está dentro da caixa, começa por chamar Nunes bastante aflito, o que acaba por ser um momento cómico. (" Temos muito tempo. Ò Nunes!").
Quando Ana Baltazar Moscovo sabe que um explosivo poderoso está no escritório, fica constantemente a perguntar quanto tempo demora até o explosivo arrebentar, sem querer dar muita importância ao facto do marido estar perante aquela situação! Entretanto, a situação mais cómica é sem dúvida no final, quando o Governador descobre que afinal não estava um explosivo na caixa, mas apena algodão em rama. O Governador Civil acaba por insultar o Sr. Milhões insultando-lhe e utilizando uma expressão inapropriada. (" Ai o grande filho da ****").
domingo, 20 de março de 2016
Fernando Pessoa-Restaurante «A Licorista»
Fernando Pessoa era um indivíduo que precisava de viver na solidão mas sempre acompanhado, várias fotografias, pinturas e esculturas imortalizam Pessoa como frequentador de cafés, onde escrevia e convivia.
“A Licorista”, hoje um restaurante, era um bar no tempo de Pessoa, e foi aí que foi tirada uma das poucas fotografias do poeta, que, tal como muitos lisboetas da época, tinha o hábito de parar para um licor e bebidas fortes (como a ginginha).
Pessoa não gostava de ser fotografado, dado este facto a fotografia tirada ao poeta foi dada ao seu caro amigo Carlos Queiroz e a Ofélia que quis também ter uma cópia. As pessoas do restaurante acharam toda esta situação bastante engraçada, por esta razão, pediram a fotografia e recriaram-na num painel de azulejos.
Apesar de não estar exposta por motivos de segurança, o dono do Restaurante Licorista tem a fotografia original de Fernando Pessoa a beber o seu licor, no entanto, está exposta no restaurante uma réplica.
Fernando Pessoa: “Apanhado em flagrante delitro” (comentário acerca da sua fotografia).
“A Licorista”, hoje um restaurante, era um bar no tempo de Pessoa, e foi aí que foi tirada uma das poucas fotografias do poeta, que, tal como muitos lisboetas da época, tinha o hábito de parar para um licor e bebidas fortes (como a ginginha).
Pessoa não gostava de ser fotografado, dado este facto a fotografia tirada ao poeta foi dada ao seu caro amigo Carlos Queiroz e a Ofélia que quis também ter uma cópia. As pessoas do restaurante acharam toda esta situação bastante engraçada, por esta razão, pediram a fotografia e recriaram-na num painel de azulejos.
Apesar de não estar exposta por motivos de segurança, o dono do Restaurante Licorista tem a fotografia original de Fernando Pessoa a beber o seu licor, no entanto, está exposta no restaurante uma réplica.
Fernando Pessoa: “Apanhado em flagrante delitro” (comentário acerca da sua fotografia).
João da Ega (Apresentação Oral)
A personagem que vamos hoje apresentar é João da Ega, que aparece pela primeira vez na obra de Eça no quarto capítulo. João da Ega é uma espécie de alter-ego de Eça de Queirós.
Em relação à sua caracterização física, Ega usava "um vidro entalado no olho", tinha "nariz adunco, pescoço esganiçado, punhos tísicos, pernas de cegonha". Era o autêntico retrato de Eça.
Em termos psicológico é um personagem contraditório, isto é, por um lado é um homem romântico e sentimental, por outro, progressista, crítico e sarcástico em relação a Portugal Constitucional. Representa o naturalismo.
João da Ega é amigo íntimo e confidente de Carlos da Maia desde os tempos de Coimbra, onde Ega se formara em Direito (muito lentamente) pois ora reprovava, ora perdia o ano por alguma razão.
Afonso da Maia também se afeiçoara bastante a este grande amigo de seu neto.
Dependente economicamente da mesada da mãe, uma rica fidalga de Celorico de Basto.
Ega é um fidalgo rico de província, audacioso e com fama de ser "o maior ateu, o maior demagogo que jamais aparecera nas sociedades humanas".
Boémio, excêntrico, exagerado, caricatural, anarquista está sempre pronto a escandalizar, é capaz de defender a escravatura ou a revolução, só para chocar os interlocutores.
Gosta de se fazer notar e de ser lisonjeado nos círculos que frequenta.
É um homem de entusiasmo fácil, arrebatado e violento, inicia vários projetos, como a criação de uma revista que revolucionasse o ambiente cultural português e um livro intitulado As memórias de um Átomo, que nunca foram concluídos, sofre de diletantismo (alguém que muda constantemente de gostos, de ideias, etc.).
Rende-se a uma intriga amorosa e banal, envolvendo-se com a mulher do banqueiro Cohen, Raquel. Cohen acaba por descobrir o caso e expulsar Ega de sua casa numa noite de baile de máscaras para a qual Ega estava extremamente entusiasmado, não tendo comido, nem dormido, para se preparar.
Encarna a figura defensora dos valores da escola realista por oposição à romântica. Na prática, revela-se em eterno romântico.
Do ponto de vista da narrativa, cabe-lhe um papel importante na evolução da intriga trágica, pois é ele quem toma conhecimento da existência de documentos que provam o parentesco de Carlos e Maria Eduarda. É a João da Ega que Guimarães entrega o cofre de Maria Monforte, mãe de Carlos e Maria.
Além disso, é ele que diz a verdade a Maria Eduarda e a acompanha quando esta parte para Paris definitivamente.
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