terça-feira, 9 de junho de 2015

Uma pequena brincadeira

parece que hoje a carteira do teu pai ficou ilesa
mas não percisei de dinheiro para te fazer esta surpresa
na escola fico parvo quando chega a hora de ires embora
mas se tu és apenas um livro e passo a ler.te a toda a hora
como te vim encontrar no meio de este povo
se tu es uma musica eu meto no replay para só ouvir de novo
sim eu sou fofinho mas eu utilizo este meu dote
para te dizer que pareces mesmo um cachalote
ahahah eu sei eu sou sempre muito fofinho
mas eu já não sei viver neste mundo sem o teu carinho
e do nada eu tenho um sonho onde com 3 rapazes eu luto
para te ouvir queixar que o teu cabelo está muito curto
mas adoro quando olhas para mim e fazes esse olhar
mesmo quando a stora de literatura tenta nos separar
eu sei que toco piano e na rima eu ate tenho talento
mas simplesmente so tu mesmo podes completar o meu sentimento
por tanto eu tento aproximar.me sem dar muita cana
por sabes bem que eu te adoro..

e a noite quando não quero que te vás embora
preparo uma letra do nada tipo como esta agora
portanto eu quero que estejas sempre bem
já te disse uma vez que es o orgulho da tua mãe
eu sei que alegria vem e alegria vai
não te esqueças de ser uma boa menina para o teu pai
o que eu por ti sinto algo que nao é normal
não quero ir para lisboa se sei que estas em setúbal
e acho que vou parar mesmo por aqui
porque se for perciso morrer então eu morro por ti
e quando me ligas.te naquele dia e eu cheio de dores
vi que eras bué especial no dia em que te dei flores
eu acho que por acaso nunca te disse
mas quero te fazer companhia ate mesmo á velhice
mas se é para dizer digo tudo de uma vez
quero ver os nossos filhos a brincar com os filhos da ines
se eu sou perfeito nada disso eu estou muito alem
mas agora só digo, que te amo e dorme bem

Apreciação critica do conto "O vinho"

No dia 1 de Junho tive a oportunidade de apresentar oralmente para a minha turma de humanidade o conto "O vinho" que se situa no livro de "Contos da montanha" de Miguel Torga.
 Bom, a história é um pouco a realidade de alguns hoje em dia, trata-se de um homem cujo o nome é Abel, onde diariamente bebe bastante vinho e fica  bêbado com bastante regularidade. Um dia o seu amigo encontra-o bastante bêbado e ajuda-o a sair desse vicio, mas no entanto, acende um cigarro com um fósforo, e esse fósforo meio aceso queimou grande parte do monte. Agora sim posso fazer a apreciaçao critica acerca deste conto. Tem uma linguagem pouco cuidada pois Abel diz alguma asneiras, tem um pouco de comédia mas também tem partes trágicas que descrevem a realidade de hoje em dia. A situação onde o amigo de Abel queima o monte, na minha opnião foi uma maneira de demonstrar a Abel o que um dia poderia acontecer-lhe se não parasse com aquele vicio que aos pouco ia destruindo a vida de Abel. Achei o conto bastante interessante pois tem uma lição de moral onde nos alerta de sermos conscientes dos nossos actos. Eu aconcelho qualquer um a ler o conto, e espero encontrar contos desta boa qualidade

Eu bocage...

Eu, Bocage tendo nascido a 15 de setembro de 1765, em setúbal, numa época de profundas oscilações e convulsões, tive uma infância infeliz e fui criado por meu pai e minha mãe, juntamente com meus 5 irmãos.

 Em 1783 entrei numa academia de Guardas Marinhos, com apenas 14 anos, mas 1 ano depois desertei, pois não me agradou.

Durante a minha juventude viajei bastante, principalmente em 1786, pois fui enviado para Goa e também em 1789 viajei para a terra onde o meu ídolo Luís de Camões esteve, no Surate que situa-se na India.

Um ano depois regressei a Portugal, onde entrei na Academia de Belas-Artes, contudo, em 1797 vi-me cativo.

A minha poesia é marcada pelo erotismo e pela sátira de caráter social, mas também destacam-se duas vertentes líricas: a luminosa e etérea, em que me entrego inebriado á evocação da beleza de minhas amadas, e a noturna e pessimista, em que manifesto a dor incomensurável provocada pela indiferença, ingratidão e tirania de minhas musas. Estas assimetrias mostram o quão complexa é minha personalidade, além do evidente jogo de contrários. Com isto tudo ganhei alcunhas pelos meus poemas com por exemplo “o poeta maldito”.

Publiquei o meu segundo volume de rimas em 1799 e pouco tempo depois fiquei pobre e doente devido a um aneurisma nas carótidas que impossibilitaram o meu poder de trabalhar. Reconciliei com todos aqueles que ofendera. No entanto, antes de morrer simplesmente lamentei “as desordens fatais da louca idade”.

Para concluir, criei um soneto sobre o meu nascimento que gostaria de mostrar-vos:

Apenas vi do dia a luz brilhante
lá de Túbal no empório celebrado,
Em sanguíneo carácter foi marcado
pelos destinos meu primeiro instante.